NEUROEDUCAÇÃO

O Colégio Ateneu promoveu o 2º Encontro de Neuroeducação
com o tema: ​​​​Respeitando os ritmos.
Diálogo entre família e escola.
Veja como foi. 


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Ao processo complexo de transformação contínua, dinâmica e progressiva, que começa na concepção e se prolonga durante todo o ciclo vital chamamos desenvolvimento humano. Ao longo da vida o ser humano passa por inúmeras mudanças e aquisições, possibilitadas pela interação recíproca de suas características biológicas individuais (crescimento e maturação) com o meio ambiente ao qual está exposto.
A construção do ser é um caminhar contínuo, nem sempre linear, e ocorre em diversos campos da existência: afetivo, cognitivo, social e motor. Hereditariedade, crescimento orgânico, maturação neurofisiológica e meio são fatores que atuam de modo indissociável durante todo o processo de desenvolvimento, que de certa forma ocorre em etapas, sendo a adolescência uma dessas. Considerada uma fase de transição entre a infância e a vida adulta, caracteriza-se pelos impulsos da maturação física, mental, emocional, sexual e social e pelos esforços do indivíduo em alcançar os objetivos relacionados às expectativas culturais da sociedade em que vive.

Larissa Fanti Bernardes – mãe da Nicole (7º ano) e do Jordan (1ª série)​​​​​​​

Fiquei feliz de ver que existem profissionais preocupados em tentar oferecer os melhores recursos de ensino e aprendizado, para os alunos de hoje (nossos filhos, neste caso), frente a tantas mudanças, e tão rápidas, que acontecem em todas as áreas da vida deles. Foi muito bom, também, ver estes educadores defenderem alguns princípios, como a necessidade de limitar o uso de “telas” e promover mais inteiração familiar, que reforçam a parceria com as família

Alice Trad, mãe do Bruno (1ª série)

É sempre bom nos atualizarmos a respeito dos comportamentos de nossos adolescentes. Foi muito interessante por saber que são informações confiáveis e resultado de pesquisas científicas. Foi muito gratificante. Agradeço pela oportunidade.

Confira alguns depoimentos
​​​​​​​de quem participou

Urbano
Público externo
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Achei muito proveitoso e gostaria de agradecer pela oportunidade. Gostaria de participar dos próximos encontro

Ana Gabriela Faria de Oliveira,
​​​​​​​mãe da Júlia (7º ano)​​​​​​​

Foi muito bom partilhar experiências, vivências, trocas de informação
como forma de aprendizagem.

Amarildo Passini
pai do Pietro 1ª série
.

A palestra foi importante no sentido de esclarecer que nós reagimos conforme os ritmos do nosso corpo, que normalmente associamos somente aos ritmos do coração. Neste sentido, cada indivíduo deve respeitar seus ritmos, para que sejam respeitados e trabalhados de forma benéfica ao seu desenvolvimento, capacitação, relacionamento, saúde, etc. Podemos destacar aqui o ciclo/ritmo relativo ao nosso sono. Uma vez respeitado, nossa saúde, assimilação de conhecimentos, decisões e estabilidade emocional serão otimizadas. O bate-papo posterior a palestra foi fundamental para trocas de experiências entre os pais, palestrantes e professores, que possuem inúmeros exemplos relativos aos próprios filhos e alunos, bem com experiências particulares que vivenciaram e experimentaram quando também passaram pela adolescência. De certa forma, cobramos demais nossos filhos em relação a um perfil de excelência, sejam por notas, seja por desempenho, etc, quando na verdade deveríamos também expressar que já passamos por inúmeras dificuldades, frustrações, que tivemos notas ruins, que tivemos dúvidas sobre nossa profissão e especialmente que erramos muitas vezes. Reconhecer e repassar aos filhos que tristezas e frustrações são normais em nossas vidas é fundamental. Precisamos agir com normalidade diante das dificuldades e indecisões deles. Devemos respeitar também o ritmo dos nosso filhos, suas frustrações, ansiedades, e encarar como evolução normal e natural do ser humano. Na atual conjuntura, precisamos estar próximos das atividades que eles praticam, bem como das amizades, para que possamos compreendê-los , orientá-los e fundamentalmente amá-los. Já dizia Charles Chaplin: “mais do que máquinas, precisamos de humanidade”. Neste sentido, o diálogo é fundamental. Utilizar a linguagem mais próxima possível da deles é o primeiro passo para que extravasem suas angústias, anseios e sonhos, para que possamos conduzi-los a caminhos seguros e melhores, respeitando a vontade deles e especialmente o tempo e o ritmo deles. Parabenizo ao Ateneu de Londrina pela oportunidade e pela preocupação com nossos filhos, abordando temas fundamentais como este.